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A história do espelho

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Estamos na Grécia antiga e em meio a comemorações um belo rapaz chama atenção de todas as moças que por ele passa. Mas o jovem não mostra interesse.  Dotado de uma forte arrogância e um constante vazio, amores platônicos tornaram-se rotina para Narciso.  Até que um dia, depois de uma cansativa caçada, Narciso decide parar em uma fonte para saciar sua sede. Imóvel, admirando o seu reflexo, encantado pelas próprias feições que ali refletiam, ele morre afogado, apaixonado por si mesmo.

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Esse é um breve relato do Mito de Narciso, uma lenda que aborda a vaidade e seus extremos.  E que introduz de maneira bem interessante o assunto que conheceremos a seguir: A origem do espelho.

Muito usado na decoração, os primeiros relatos da origem do espelho foi por volta de 3000 a.C, onde povos da atual região do Irã começaram a polir pedras com areia, de forma que refletisse a imagem projetada.

Mais tarde, na idade Média, apenas palácios possuíam esse tipo de objeto, tendo o valor associado a um navio de guerra.

Logo em seguida, no século XVIII, vidraceiros da cidade de Veneza desenvolvem técnicas que se baseavam na junção de placas de metais e grandes camadas de vidros e conseguem popularizar o produto.

Atualmente o espelho é fabricado por camadas de diversas substâncias químicas, que geralmente incluem resina, vidro e nitrato de prata. E passam por diferentes processos térmicos, polimentos e lavagens.

Em casa sua utilização é regulada pelo bom senso.  Espelhos podem ampliar o espaço, valorizar objetos e iluminar cantos escuros quando aplicados corretamente. Mas deixamos essas dicas para um próximo post!

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